entrevista

Rafael Bessa

Designer

29 de Setembro de 2021

Oi, Rafael, é um prazer te receber! Pra começar, conta pra gente um pouco sobre você e sua jornada profissional?  

Rafael Bessa: Eu que agradeço o convite! Bom, me formei em publicidade e propaganda, um curso que fiz meio por acaso porque na adolescência eu tinha vontade de fazer sociologia. Mas, no ano do vestibular eu mudei de cidade e as datas das provas não bateram e, por isso, acabei cursando a minha segunda opção, que era publicidade.  

O meu primeiro estágio foi em uma agência em Natal, no Rio Grande do Norte, e lá eu já comecei a trabalhar com design digital, fazendo sites. Com o tempo, eu fui tendo vontade de fazer outras coisas e, como eu tinha alguns amigos que tocavam em bandas, que se apresentavam em festas da cidade, passei a fazer cartazes para os shows dessas bandas. Paralelo ao estágio eu fazia esses cartazes, mas meu ganha pão, digamos assim, meu trabalho do dia a dia, era trabalhar fazendo site, principalmente.  

Eu sou de Brasília e durante a faculdade voltei pra lá, onde terminei o meu curso e também comecei a trabalhar em uma outra agência de digital, a TV 1. Mas lá a gente atendia bastante clientes governamentais, como Caixa Econômica, Banco do Brasil, então, nós, alguns amigos dessa agência e eu, decidimos abrir nosso próprio estúdio de design.  

Na época, entre 2009 e 2010, a gente aproveitou muito a onda dos estúdios de design que estavam abrindo aqui no Brasil. Tinha o Pianofuzz, Colletivo, que existe até hoje, Firmorama, Voulta, Estúdio Alice.  

Durante quase dois anos a gente fez muitos trabalhos de identidade visual, branding, alguns projetos de digital, ilustração, lettering. Enfim, às vezes o designer digital tem uma visão meio romanceada da coisa e geralmente pensa “ah, eu quero trabalhar com branding que é o ‘verdadeiro design’”. E a gente viveu isso um pouco.  

 

Depois dessa experiência de estar à frente do seu próprio estúdio, como foi trabalhar em outros lugares?   

Depois de quase dois anos de estúdio, que estava conseguindo até um certo reconhecimento na cidade, começamos a receber convites para trabalhar em outras agências de publicidade, principalmente em São Paulo. Então, em 2011, fui trabalhar na RG/A, que tinha acabado de chegar no Brasil.  

Na RG/A eu tive a primeira experiência de trabalhar em uma agência de digital grande e, como era uma multinacional, tinha departamentos muito bem estabelecidos. Foi lá que trabalhei pela primeira vez como UX Designer, por exemplo. É uma agência com uma estrutura muito grande, que me ajudou muito a evoluir profissionalmente e também me abriu a cabeça para pensar em trabalhos fora do Brasil.  

Posters para Architectmade

Como a sede da empresa era em Nova York, a gente tinha que apresentar trabalhos em inglês para os diretores, muita gente viajava para fazer treinamento e eu comecei a ter uma relação mais próxima com o time global, como quando precisamos fazer um pitch para a regional de Singapura e trabalhamos com o escritório de lá.  

Nessa mesma época, minha companheira, Camila Rosa, e eu estávamos achando São Paulo muita loucura. A gente morava no Centro, ela demorava bastante para chegar no trabalho, por isso pensamos em mudar para uma cidade mais calma, com uma vida mais tranquila, e escolhemos Curitiba, onde temos muitos amigos. A gente tinha se conhecido lá, inclusive.   

 

Foi aí que começou a sua vida freela?  

Em Curitiba, nunca foi meu plano ser freelancer, mas acabou acontecendo. Assim que cheguei, comecei a trabalhar para estúdios de design gráfico. A propósito, foi nesta fase que eu virei designer gráfico de verdade, porque nesses estúdios que freelei, eu fui aprendendo a fechar arquivos, a finalizar as artes para impressão e a trabalhar junto com produtor gráfico, pensando nos materiais que determinada peça teria, por exemplo.  

Mas chegou um ponto no design, que não existia mais essa divisão entre digital e gráfico. Se você fosse fazer um branding, uma identidade visual, sempre teria a parte do digital. Podia ser um site, um aplicativo, um hotsite, mídias sociais, sempre teria alguma coisa de interface.  

Ao longo dos três anos que fiquei em Curitiba, fui de um estúdio para outro. Trabalhei na Taste com o Ale Tauchmann,  com o Renan Molin, que também foi muito legal, trabalhei na D-Lab, na Komm Design... enfim, passei por vários estúdios.  

 

E como surgiu sua primeira oportunidade para trabalhar fora do Brasil?  

Em 2014 eu já tinha enviado portfólio para várias empresas estrangeiras, já que a vontade de trabalhar fora, que surgiu lá na RG/A, só foi aumentando. Então, sempre que eu descobria um estúdio ou agência de fora, enviava meu portfólio. Às vezes eu fazia algumas entrevistas por Skype, às vezes esbarrava na questão do visto, em outras o pessoal falava “ah, legal, talvez no futuro”, mas continuava tentando e enviando meu portfólio, fazendo entrevistas.  

Em 2014, o Rogério Lion, que hoje é o host do podcast Diagrama, mas que na época estava no Aruliden, um estúdio em Nova York, recebeu meu portfólio e me respondeu dizendo “muito legal você ter enviado, agora eu estou em uma posição de liderança e vou ver se a gente consegue trazer você para fazer um freela aqui”. E então eu fiz um freela de três meses lá e foi demais.  

Em 2016 recebi a proposta para uma vaga full time e em maio do mesmo ano nos mudamos para Nova York. Essa temporada trabalhando fora foi um outro divisor de águas porque pela primeira vez eu estava trabalhando 100% em inglês, em outro país, inserido em outra cultura de trabalho, outra maneira de pensar os projetos, e também pelo fato de que a Aruliden é um estúdio de design de produto físico como relógio, móvel, celular.  

Identidade visual do Cooklyn

Às vezes a gente pensava junto com o time de produto, mas no departamento de gráfico também pegava outros projetos. Então, fiz desde embalagem para o Google, Hugo Boss, Lacoste até identidade visual de um restaurantezinho no Brooklyn. Foi muito legal poder pensar nessas outras coisas.  

E, querendo ou não, eu continuava sendo o cara de digital. Então eu ajudei a fazer o site do estúdio, fiz um site para uma loja de produtos de decoração da Dinamarca. Foi bem interessante trabalhar com essa variação de perfis e tamanho de clientes que as agências e estúdios nos EUA têm, porque isso faz com que a gente veja uma gama maior de possibilidades de trabalho.  

Depois de um ano e meio lá, veio o Trump, ficou difícil renovar o visto e eu voltei para o Brasil.  Acabei voltando para São Paulo, pois não tem muito o que fazer, é a cidade polo do design para quem trabalha nessa área.  

Nesta volta, também sem planejar, fiquei trabalhando como freela. Trabalhei na  Ampfy, que é uma agência de publicidade, e lá atuei em um projeto para a parte PJ da internet banking do Banco Bradesco. Fiz uns freelas para o CUBOCC, fiz algumas mesas, da Mesa Company, e fui chamado para trabalhar na Work&Co. Esta última foi uma surpresa porque eu já não me considerava tanto um cara de interface, mas foi uma experiência muito legal. A Work&Co também é uma agência que tem muita conexão com a sede, que fica no Brooklyn, nos EUA, e, por isso, eu fui duas ou três vezes para trabalhar lá.  

Identidade visual do UOL Tilt criado durante uma Mesa

Mas ao longo de um ano na Work&Co eu fui percebendo que, talvez, fazer interface não era o que eu mais gostava, não era o que fazia com que eu me sentisse mais confortável, então, eu saí da agência.  

Logo depois da minha saída da Work&Co, retomei várias conversas que eu já vinha tendo ao longo do tempo, sendo uma delas com a Buck, que apesar de ser uma produtora de animação, motion, também faz outras coisas. Um amigo, o Victor Andrade, que é especialista em branding, tinha passado por lá, então eu sabia que eles faziam alguns projetos de branding.        

Na Buck eu apliquei para uma vaga de branding e design system. Eles foram super receptivos e eu estou trabalhando lá desde maio de 2020, faz pouco mais de um ano.  Agora, com o pessoal da Buck, eu atuo como freelancer remoto daqui do Brasil atendendo os escritórios de Nova York e Los Angeles.  

 

Você comentou que fez muito digital, branding, passou pelo gráfico, e foi entendendo o que você gosta e o que não te deixa confortável. Percebo que hoje em dia tem uma demanda muito grande por interface, UX, vejo muitos anúncios de cursos nessa área, por exemplo. Como é para você essa questão de decidir entre o que está todo mundo falando que é preciso fazer, o que está todo mundo querendo vender, o que está na “moda”, e o que você realmente está a fim? 

A primeira coisa é o fato de que o digital está em tudo e, por isso, é difícil um projeto que não tenha uma contrapartida em digital. Ao mesmo tempo, tem uma segunda questão que é o boom dessa área no nosso mercado, que fez crescer muito a demanda por produtos digitais. Várias startups vão surgindo com uma ligação também bem próxima entre novos negócios, empreendedorismo, geração de novas ideias, a busca por algo novo; tem a mescla do mercado das startups com o mercado de UX. Muitas empresas também perceberam que precisam de designers in house e entenderam a necessidade de ter um pensamento de UX dentro de casa para melhorar o negócio. Começou com a ideia de que as empresas do Vale do Silício eram as empresas design first, ou seja, empresas em que o negócio era baseado no próprio design, no funcionamento dos produtos dos serviços que elas ofereciam.  

Proposta desenvolvida na Work&Co

E também tem um terceiro nível, que é o designer que está no mercado e olha essa movimentação e pensa “tem muita vaga disso, então parece que esse é o futuro e talvez eu tenha que vir pra cá”. Esse tipo de movimentação aconteceu com o próprio branding. Teve um momento em que todo mundo pensou “o negócio agora é branding, vou estudar branding”. Mas a área de UX realmente está numa ascendência que eu nunca tinha visto antes.   

Como profissionais, precisamos saber se estamos seguindo a onda da tendência do mercado, apenas por embalo ou medo de ficar para trás, ou se aquela é realmente uma profissão que nos gera curiosidade, para a qual temos uma vocação e que nos desperta vontade de aprender. 

Minha carreira sempre foi esse ziguezague entre design gráfico e digital, mas hoje tenho muito mais clareza de que tipo de digital eu gosto de fazer ou que me deixa confortável. Até mesmo dentro do branding eu aprendi a selecionar o que mais gosto de fazer.  

"Quando o assunto é tendência de profissão, é bom entender o que é o mercado, o medo te empurrando para um lado, ou se é realmente um interesse genuíno naquela área."

Como UX é uma disciplina muito nova, a gente vê que a maioria das pessoas veio de outras áreas e se especializaram em UX. Então é comum que aconteça essa transição, mas é importante que seja uma transição genuína e não um medo de perder o bonde da história.  

 

Agora que você está no mundo da animação, das produtoras, quais são as maiores diferenças que você sente em relação aos seus trabalhos anteriores? Em algum momento, na sua atual posição, você já parou para pensar “o que isso tem a ver comigo?”.    

Uma coisa que sempre ficou na minha cabeça, desde quando eu comecei a me interessar pelo visual, era o fato de poder contar histórias pelo visual em si. Eu sempre fui muito viciado nas questões visuais. Quando, no digital, tinha a distinção, que ainda existe em poucos lugares, entre visual designer, product designer, UX designer, eu me sentia muito confortável sendo o cara do visual porque o meu trabalho era traduzir de uma maneira visual tudo o que tinha sido planejado racionalmente pelo time. Às vezes até me pego distraído, pensando na forma, na tipografia, fico olhando as cores, olho uma combinação de cores e falo “nossa, essa combinação é boa!”.  

"Trabalhando na Buck eu percebi que a maior parte do meu trabalho é justamente contar uma história pelo visual. Eu tenho aprendido muito sobre como uma forma, uma movimentação, uma paleta de cores ou a combinação disso tudo pode traduzir vários sentimentos que uma marca quer comunicar."

Então, assim que cheguei, já me senti muito à vontade porque recebi pedidos muito visuais, demandas para desenhar um efeito, uma forma, pensar uma tipografia, enfim… usar o visual para representar algum valor ou sentimento.  

Um dos desafios que mais gostei na Buck foi o de fazer design gráfico para motion. Nesses trabalhos eu faço style frames, sequência… e sempre vem alguém que é muito monstro em motion e dá vida para aquilo da maneira mais bizarramente linda possível.  

Então tem sido uma experiência muito boa, além de estar trabalhando numa dinâmica totalmente nova pra mim, de produção audiovisual, que é diferente até na organização das pastas, na lógica de trabalho. Tem sido interessante perceber as fases da produção, storyboard, roteiro, pós-produção. Você monta uma edição-piloto, um boneco, e vai refinando, marcando com os 3Ds menos renderizados e depois aquilo vai ganhando mais forma. Então, além de ser uma experiência nova em todos os aspectos, tem sido mais confortável também por ser um trabalho puramente visual.       

 

Trazendo um pouco pro lado negativo, talvez um pouco mais para a realidade, com o que no digital você não se identifica tanto? O que faz você pensar "nossa, gostaria de nunca mais ter que lidar com isso..."?  

É justamente a parte do funcionamento, de UX… porque quando você pensa em produtos digitais, na verdade você está entregando um serviço, uma funcionalidade, está tentando facilitar uma tarefa, uma ação para aquele usuário, e isso envolve várias questões, como o contexto do usuário, qual a melhor maneira de executar uma tarefa, se é um ambiente complexo, com várias tarefas e por aí vai. 

Por exemplo, para um aplicativo de banco, você precisa se perguntar qual é a melhor maneira de fazer as várias tarefas, qual a principal funcionalidade daquele produto. Percebi que eu passava a maior parte do tempo pensando em serviços. O que eu fazia era design de serviço, mas eu gostava mesmo era de traduzir visualmente. Eu acho saudável não ter uma divisão entre "visual" e "UX", até mesmo porque o profissional tem que estar ligado nessas duas coisas ao mesmo tempo. Eu só percebi que me sentia mais confortável nichando e me dedicando mais às questões visuais.  

 

Na Buck você é freela há algum tempo. Este trabalho é um “freela fixo”? Como é exatamente essa relação contratual para você?    

É o polêmico freela fixo, né? Aqui no Brasil esse tipo de relação me incomodava muito, mas também acredito que estava ligada a um contexto de crise econômica, que começou a se aprofundar mais ou menos em 2015. Na época, a gente viu que estúdios e agências, numa tentativa de baratear os custos, estavam evitando contratações e optando por freelas. Mas não eram contratações por projeto, era aquele tipo de freela sem prazo para acabar, o que fazia com que a pessoa trabalhasse como um funcionário comum, mas sem qualquer seguridade social que uma contratação formal poderia ter. 

Mas eu também já tinha percebido que nos EUA essa era uma prática um pouco mais comum. Quando eu trabalhei na Aruliden, em Nova York, existiam alguns freelas que estavam no time há quatro, seis meses… geralmente eram contratados por projeto ou para atender contas e clientes específicos. Tinha uma designer que era especialista em "beauty & fashion", então, às vezes ela ficava atendendo apenas as contas que eram deste segmento. Eu também tinha um outro amigo, o Chris, que depois de sair da Aruliden ficou um ano e meio freelando num estúdio, depois mais dois anos em outro, e depois foi contratado como diretor de criação. Essa questão de contratação freela nos EUA tem uma dinâmica diferente da do Brasil.  

Sistema de design para stories (CUBOCC)

Por exemplo, para criar uma peça de animação, trazendo a realidade da Buck neste caso, geralmente você tem os diretores de arte e de criação que vão orquestrando uma série de pessoas que desenvolvem simultaneamente, cada uma na sua especialidade, as diversas partes de um vídeo.  Então tem a galera do 3D, do design, do motion... todo mundo criando um monte de coisas e animando ao mesmo tempo. Essa dinâmica faz com que o time aumente e diminua muito rápido por conta das demandas que vão surgindo. Às vezes você tem que chamar três pessoas para desenvolver algo específico 

Na Buck tem muita gente contratada e muitos freelancers também. O bom é que eles tentam, de uma certa maneira, incluir os freelancers dentro da cultura da empresa. Então alguns freelancers como eu, que estou há um certo tempo, participam de reuniões gerais mensais da empresa. Depois que um projeto termina, todo mundo, freelas e staff, que é como eles chamam os contratados, se reúnem numa ligação do Zoom (como está todo mundo remoto) para conversar, comemorar o fim daquele projeto e falar de outras coisas. Então tem sido uma experiência, de certa forma, confortável pra mim, porque eu me sinto parte, mas também tenho uma certa flexibilidade.  

 

Você acha que devido ao trabalho remoto imposto pela pandemia, por este modelo de contratação já fazer parte do cotidiano de muitos profissionais, as pessoas terão mais facilidade de trabalhar em empresas de fora do Brasil?  O que você sente a respeito?  

Sem dúvida! Acredito que pode ser assim em todas as áreas que permitam trabalho remoto, inclusive. 

"Acredito que essa dinâmica de trabalho que estamos vivendo há pouco mais de um ano serviu como prova para muita gente da indústria de que é possível contratar pessoas de qualquer lugar para trabalhar remotamente."

E a gente foi aprendendo a lidar com este modelo de trabalho, foram desenvolvidas várias técnicas e processos para que o trabalho remoto funcione da melhor maneira. Ando percebendo que algumas vagas que estão surgindo em empresas como Facebook, Apple já têm um disclaimer “você consideraria trabalhar remotamente no futuro?”. Talvez, no futuro, você não precise mudar de país ou se descolar.  

 

Estamos chegando ao final e gostaria de saber qual conselho você daria para uma pessoa que está pensando em seguir na animação e também para quem deseja expandir sua área de atuação para o exterior?  

Eu caí na animação de paraquedas. Sou um designer gráfico que trabalha com vários animadores. 

"Mas minha dica principal é: fique sempre atento às pessoas do mercado e nos estúdios, nas empresas… esteja realmente presente no ambiente da animação, do design, vendo as movimentações da indústria. Tente levar o seu trabalho para aquilo que você gosta e sempre compartilhe seus projetos com o máximo de pessoas possível." 

Sobre se candidatar para trabalhar em empresas fora do Brasil, eu recomendo montar um portfólio mais ou menos na linha do estúdio ou agência para a qual você irá enviá-lo. Uma coisa que muita gente faz é enviar portfólios que não têm muito a ver com os projetos da empresa que quer entrar. Então é preciso ter o discernimento de saber onde seu projeto se encaixa. Quanto mais estúdios e profissionais você acompanha, quanto mais referência você tem, mais você vai perceber as diferenças de tipos de projeto. O mercado é muito grande, tem espaço pra muita gente.  

Guia de linguagem visual para Roku (Buck)

"Se atualmente você trabalha com algo diferente do que gostaria de fazer, crie um projeto pessoal, desenvolva alguma coisa dentro do estilo que você quer e, claro, divulgue sempre."

Às vezes uma pessoa que está num estúdio pode ver um e-mail seu e gostar do seu trabalho e, mesmo que ela não tenha uma oportunidade de vaga para você naquele momento, pode ser que ela te chame para projetos futuros.  

Na minha trajetória, eu já fiz um pouco de várias coisas, fui me movimentando, aprendendo sempre algo novo e, aos poucos, fui me encontrando nisso tudo. Se você tem um interesse, vá se aproximando dele por meio de áreas correlatas, pois aos poucos você vai encontrar os meios e os caminhos para chegar aonde você quer. 

Direção criativa, produção e design: Denise Saito / Edição de vídeo: Eloi Leones / Ass. de produção: Thays Mendes / Transcrição, edição de texto e revisão: Érica Amorim

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